Vestibular
  •  
  • Flickr
  • WhatsApp
  • linkedin
  • Instagram
  • Twitter
  • Facebook
  • Youtube

 

 

Vestibulares - Inscrições

Fique por dentro

fique por dentro - LETRAS

Campo Limpo Paulista 03/12/2019

Alunos fazem pesquisa sobre o "Juridiquês"

Para obter informações sobre o tema escolhido pela professora, os estudantes fizeram pessoalmente pesquisas em cartórios, com pessoas que estavam sendo atendidas no local e advogados

O artigo sobre a linguagem formal, feito pelos alunos de Direito, será apresentado no dia 5 de dezembro

Para entender melhor sobre o exagero da linguagem formal no mundo jurídico, o famoso 'juridiquês', estudantes de Direito fizeram um trabalho sobre o tema, e através de pesquisas, eles conseguiram diferentes informações que vão ser usadas na entrega de um artigo na quinta-feira, 5 de dezembro.

A primeira parte do trabalho foi apresentada em slide, e feita por toda a sala, que foi dividida em grupos. Para ter uma base sobre o assunto, e saber a opinião de pessoas da área, eles foram pessoalmente até cartórios e conversaram com alguns doutores da região.

Alguns dos entrevistados foram: dr Nicolas Mata, advogado, dr Aparecido de Jesus Oliveira, procurador da prefeitura de Campo Limpo, dr Marcelo Gusmano, professor e responsável pelo núcleo do Anchieta, dra Rafaela Pimentel da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da 33° Subseção de Jundiaí, que contou um pouco sobre a linguagem nos cartórios.

No Terceiro Cartório de Notas da Comarca de Jundiaí, alunas conversaram com a escrivã Jackeline Suzane da Silva Franco e tiveram 50 respostas referentes a um questionário de dez perguntas, com pessoas aleatórias que frequentavam o local naquele momento.

Gisele Di Palma, uma das discentes, conta que com isso, elas observaram o cuidado que os advogados estão tendo, para que a lei seja para todos, de amplo conhecimento, porém, ao final, perceberam que nem todos entendem certas expressões. “Infelizmente, quando se trata de uma linguagem formal como a do universo Jurídico, muitas pessoas ainda continuam sem discernimento.”

A primeira parte do trabalho foi feita em slide
A sala inteira foi dividida em grupos para o projeto

Texto: Caroline Rodrigues - RA: 28162
Foto: Reprodução