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Campo Limpo Paulista 20/09/2019

Unifaccamp promove 4ª ação sobre Setembro Amarelo

Evento contou com quatro apresentações, sendo elas uma peça teatral, um bate-papo sobre depressão infantil, satisfação no trabalho e o atendimento no Centro de Valorização da Vida

O Anfiteatro estava cheio de estudantes e pessoas que se inscreveram no evento de prevenção ao suicídio

Pela quarta vez a Unifaccamp promove a Mesa Redonda sobre o Setembro Amarelo, neste ano com o tema 'Desfechos no trabalho e a saúde mental', organizada pelos cursos de Psicologia, Enfermagem e Química. Com quatro apresentações impactantes sobre o assunto, o evento ocorreu no Anfiteatro, na noite de quinta-feira, 12 de setembro.

Para representar a vida e a esperança, alguns alunos da área da saúde decoraram todo o anfiteatro com a cor amarela. Luana Rodrigues do Nascimento, estudante do 8° semestre de Enfermagem, conta que a montagem do espaço foi muito significante. “Esse evento é um incentivo para as pessoas. Durante o dia, nós confeccionamos girassóis, laços e ajudamos com as frases de apoio que foram entregue aos participantes.”

Logo no início, um grupo de discentes de Psicologia, Letras, Direito e curso livre de Teatro fez uma representação teatral sobre o que é ter depressão. A demonstração artística emocionou várias pessoas. Uma delas foi o estudante do 4° semestre de Psicologia, Álvaro De Grande Neto. “Eles conseguiram deixar claro que depressão é de fato uma doença, e que afeta qualquer classe social e idade.”

Ao todo, três especialistas palestraram na noite
A peça foi uma demonstração sobre o que é a depressão

Também se apresentaram, a psicóloga Ariane Ferracini, que abordou o tema “epidemia silenciosa: depressão infantil”, com exemplos que encontrou em sua trajetória e sintomas que aparecem nas crianças; Ricardo Toshio Yamassake, falando sobre “satisfação no trabalho” e a síndrome de bournot que acontece através do esgotamento profissional; e duas representantes do CVV, o Centro de Valorização da Vida, que realiza o apoio voluntário e gratuito para quem precise conversar.

Todo o conteúdo da noite foi pensado para fazer a conscientização, prevenção e também informar sobre os transtornos com um olhar profissional para aqueles que irão trabalhar na área, e lidar com esses casos.

Ao final, a mensagem deixada foi que a depressão, ao contrário da tristeza, não é algo passageiro, é um transtorno afetivo com causas genéticas, psicológicas e sociais, que deve ser tratada com a ajuda de um profissional. O Centro de Valorização da Vida atende de forma sigilosa pelo número 188, pelo site e também pessoalmente. A unidade mais próxima do Centro Universitário é em Jundiaí, na R. Monteiro Lobato, 199 - Vila Argos Nova.

Texto: Caroline Rodrigues - RA: 28162
Foto: Caroline Rodrigues - RA: 28162